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A Revolta das Vacinas

A vacina é uma forma de imunidade ativa artificial onde, utiliza-se antígenos modificados, mortos ou atenuados, incapazes de causar doenças, mas que estimulam a produção de anticorpos e a aquisição das células de memória.

Em 1904, as vacinas tornaram-se instrumentos políticos na cidade do Rio de Janeiro então capital da República. Os opositores do presidente da República Rodrigues Alves e do prefeito carioca Pereira Passos, alegavam que a vacinação obrigatória na Campanha de Vacinação, era um desrespeito aos direitos e à privacidade dos cidadãos, incitando o povo a não vacinar e agredir os agentes de saúde.

Nessa época o Rio de Janeiro passava por um processo de limpeza e reurbanização denominada higienização da cidade, dirigida pelo médico Osvaldo Cruz, que tinha como princípios o combate aos ratos e a vacinação.

A manipulação política muitas vezes ocorre com as doenças e suas prevenções. Segundo os políticos da época as vacinas trariam mais doenças que prevenções.
Nos últimos duzentos anos foram produzidas várias vacinas, algumas com sucesso outras não.

A vacina genética é o futuro da vacinologia onde os genes que codificam as proteínas dos patógenos são estimuladores do sistema imune e, quando os genes são inoculados, o indivíduo estará imunizado contra determinada doença. Imaginem o cientista Edward Jenner, que no final do século XVIII imunizou pela primeira vez uma criança contra varíola, vendo seu trabalho vitorioso dando espaço para novas descobertas e o desenvolvimento de vacinas gênicas sem microrganismos vivos, evitando efeitos colaterais, vacinas mais estáveis, baratas e fáceis de produzir.

Mas não pára por aí, estão previstas para os próximos cinco anos, vacina contra gripe por inalação, apresentando maior facilidade de admnistração e com uso generalizado como em casos de prevenção da herpes genital e câncer do colo de útero. Outra novidade é o uso de pistola genética, sem agulha e de forma indolor, a qual projeta a vacina na pele e os genes são incorporados nas células da pele. Os avanços na vacinologia contam com o apoio de instituições brasileiras como a Fiocruz, Instituto Butantã e Tecpar.

A história da vacinologia continua buscando superar os fracassos na luta contra as velhas e novas doenças que surgem

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